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Munique (Baviera) o Oktoberfest e o Castelo de Neuschwanstein na Alemanha.|Munich (Bavaria) the Oktoberfest and the Neuschwanstein Castle in Germany.

 

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English after the Portuguese

Já visitei algumas cidades na Alemanha. Algumas eu repeti, como por exemplo Berlim. Em Colónia diverti-me muito porque é uma cidade muito animada, e outras não gostei tanto. Hoje vou falar-vos da que mais gosto. Munique, na Baviera, uma cidade muito elegante, com muito cachet. Vou falar-vos também do Oktoberfest e do Castelo de Neuschwanstein.

Em Munique a praça mais conhecida é a Marienplatz. E é a mais conhecida por causa do famoso relógio, o Rathaus-Glockenspiel que podemos encontrar num edifício neo-gótico, e onde está instalado a Câmara Municipal de Munique. Mas são os bonecos animados do relógio que fazem as delícias dos turistas que param à espera que toque, só que o toque acontece apenas às 11.00, 12.00 e 17.00h. Para além dos bonecos animados o Münchner Kindl (símbolo do brasão da cidade) e o anjo da paz também aparecem no espectáculo de quase 12 minutos de duração!

É possível subir de elevador à  torre de 85 metros de altura do edifício. Encontram uma varanda de observação que oferece uma visão dos telhados da cidade, e se o tempo o permitir conseguem ver até os Alpes.

O palácio de Nymphenburg, onde o rei Ludwig II da Baviera nasceu, conhecido também pelo rei “louco” da Baviera. (mais à frente voltaremos ao rei Ludwig II). Foi construído com o propósito de residência de verão ao nascimento do herdeiro muito esperado do trono, Max Emanuel, que nasceu em 1662 cujos os pais são Ferdinand Maria e a sua esposa, Henriette Adelaide of Savoy.

Magnífico com os jardins muito cuidados onde no verão podemos passear de gôndola pelo canal central.

Nos jardins do palácio podemos encontrar outros pavilhões e eu destaco o Magdalenenkaluse. Mandado construir de origem por Max Emanuel para imitar uma ruína, uma ermida e um dos primeiros exemplos na Europa. Tem dentro uma capela que imita uma gruta. Tudo muito simples que contrasta com a sumptuosidade do palácio. Dizem os sabedores que era um local de contemplação, de oração.

 

O Salão dos Marechais, construído de 1841 a 1844 que teve como modelo a “Loggia dei Lanzi” em Florença, e foi encomendado pelo rei Ludwig I para homenagear o exército da Baviera e seus generais vitoriosos. As estátuas de bronze do conde Tilly e do príncipe Wrede foram esculpidas por Ludwig von Schwanthaler e lançadas a partir de canhões derretidos.

Quando os nacional-socialistas chegaram ao poder em 1933, o Salão dos Marechais de Campo tornou-se um centro de culto do “movimento”, já que em 9 de Novembro de 1923 uma procissão de rebeldes, entre eles Adolf Hitler, foi parada aqui pela polícia da Baviera. No confronto houve mortes e feridos em ambos os lados. 

 

Como eu não podia ver todas as  igrejas de Munique, escolhi duas diferentes.

A pequena Asamkirche ou igreja de São João Nepomuceno. Construída entre os anos 1733 e 1746 e em estilo rococó! Para quem gosta do género é lindíssima e muito expressiva!

E a igreja Jesuíta St. Michael’s que é a maior igreja renascentista ao norte dos Alpes. O estilo do edifício teve uma enorme influência na arquitectura barroca inicial do sul da Alemanha! Uma igreja muito querida pelos Bávaros, tendo em conta que entre outras personalidades é na cripta desta igreja que está sepultado o Rei Ludwig II. O interior da igreja demonstra a força contra-reformadora: o cofre, o arco do coro e os arcos para os altares laterais aparecem como arcos de triunfo após o modelo antigo. Esta, foi uma das igrejas que ficou muito danificada na segunda guerra mundial.

 

Olympiaturm ou Torre Olímpica. Situa-se precisamente dentro do parque olímpico. É  o edifício mais alto da cidade – 291,28 metros acima do solo – e a vista panorâmica é de 360º e é deslumbrante. Uma das maiores atrações da torre é o restaurante rotativo – 53 minutos a dar a volta completa – e é também o lar do “Museu do Rock de Munique”, talvez não seja o maior, mas indiscutivelmente é o mais alto de todo o mundo. A exposição é composta por bilhetes, fotos, artigos de jornal, mas também roupas e  instrumentos de celebridades como Freddie Mercury, Pink Floyd ou os Rolling Stones.

E estando na zona, uma visita ao museu da famosa marca alemã a BMW é um Must Do. A entrada não se paga, só se tiverem vontade de fazerem a visita guiada às instalações não abertas ao público em geral (que foi o que eu fiz) é que já tem um custo. Mas só a visita ao edifício e ao museu, já vale a pena!

Na praça Theresienwiese podemos encontrar a  Estátua da Baviera de 18,52 metros, desenhada por Ludwig Schwanthaler, foi criada por Ferdinand von Miller e foi classificada na altura como uma obra-prima tecnológica. Dentro da cabeça podemos encontrar uma plataforma de observação. O Salão da Fama no mesmo local  foi construído pelo rei Ludwig I da Baviera como um panteão para os mais célebres bávaros da política, ciência e das artes. Que eu não visitei porque estava encerrado por motivos de segurança.

E os motivos de segurança é porque é precisamente na Theresienwiese que acontece o Oktoberfest ou o mundialmente conhecido Festival da Cerveja, com réplicas por todo o mundo, sendo o de Munique o mais celebre e o maior de todos!

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Imaginem uma feira popular com diversões, balões e souvenirs, paradas, jogos tradicionais e tendas gigantes. Cada uma dessas tendas representa uma marca de cerveja, onde se bebe cerveja (muita cerveja) canta-se, come-se pratos típicos da região, dança-se e faz-se brindes e tudo em grande. E isso é o Oktoberfest, uma animação que acontece anualmente e onde os locais se vestem a rigor e onde famílias se reúnem e celebram. Este ano vai acontecer o 185 Oktoberfest de 16 de Setembro a 3 de Outubro e deixo-vos uma dica. Se tem vontade de ir, reservem mesa numa das tendas, é possível. Fica um bocadinho mais caro, mas é mais certo conseguirem um lugar!

A história do Oktoberfest – Em 1810, a 12 de Outubro, o príncipe herdeiro Ludwig, que mais tarde se tornou o rei Ludwig I, casou-se com a princesa Therese da Saxônia-Hildburghausen. Os cidadãos de Munique foram convidados a participar das festividades realizadas nos campos em frente aos portões da cidade para celebrar o casamento real. Os campos foram chamados de Theresienwiese (“campos de Therese”) em homenagem à Princesa da Coroa.

Corridas de cavalos na presença da Família Real marcam o fim do evento que foi celebrado como um festival para toda a Baviera. A decisão de repetir as corridas de cavalos no ano subsequente deu origem à tradição da Oktoberfest. E uma vez que a Oktoberfest ainda é realizada no Theresienwiese, os habitantes locais ainda se referem ao evento simplesmente como o “Wies’n”. Então “bem-vindo ao Wies’n” significa nada mais do de “bem-vindo ao Oktoberfest”! (a data foi alterada para Setembro por causa do tempo, em Outubro é consideravelmente mais frio.)

A caminho do mais famoso castelo da Alemanha, faço uma paragem para conhecer a igreja Wies e a mais importante igreja de peregrinação, Património Mundial da UNESCO. Foi a que eu mais gostei de visitar na minha estadia em Munique. Construída sob a direcção de Dominikus Zimmermann entre 1746 e 1754, a igreja Wies é uma das mais puras criações do rococó da Baviera. Talvez pela linda paisagem onde se localiza, talvez pela paz que senti dentro dela mas esta igreja encantou-me.

E sigo ao encontro daquele que foi o meu ponto alto da minha viagem à Baviera, falo no Castelo de Neuschwanstein ou Schloss Neuschwanstein para os alemães. Um local que inspira contos de fadas e que foi mandado construir pelo Rei Ludwig II e que se situa a 130 km de Munique num cenário montanhoso, rodeado por lagos.

      É estonteante pensar que apenas cerca de 15 salas foram terminadas no momento            da morte do rei. E lembrem-se, o rei só teve a chance de passar 11 noites no castelo!

Não podemos fotografar o interior do castelo, mas vou tentar descrever o que vi.

Começo por dizer que o castelo em vez de ser projectado pelos arquitectos da corte, foi projectado pelo desenhista de cenários teatrais, Christian Jank. Já isso explica o que encontramos. Num cenário luxuoso, o Salão dos Cantores, iluminado por mais de 600 velas em candelabros dourados onde uma vez por ano  recebe um concerto de música clássica de Wagner, o Rei Ludwig II era um grande fã do compositor. A sala do trono, inspirada na Hagia Sophia (Istambul, Turquia), é decorada por milhares de pequenos mosaicos intrincados no chão que representam a vida selvagem e ainda um mural de St George a matar o dragão decora uma das paredes. E o trono, pois esse falta. É que quando o Rei morreu o parlamento Bávaro cancelou a entrega e ordenou que os trabalhos no castelo fossem interrompidos. O quarto do Rei tem uma cama feita com magníficos entalhes em madeira feitos à mão e frescos deslumbrantes que retratam as óperas de Wagner.

O castelo estava tecnologicamente avançado para a época. Aquecimento central, casas de banho com descargas, e água corrente quente estavam disponíveis para o rei. Até havia um telefone, mas Ludwig só podia telefonar para um lugar, um outro telefone que estava na aldeia vizinha de Fussen.

Ludwig II dizia, e passo a citar:

       “Desejo continuar sendo um eterno enigma para mim mesmo e para os outros”.

E realmente assim foi, morreu em 1886 com 41 anos, Ludwig o rei que  tinha a paixão pelas óperas de Wagner, poesia e amor pela natureza. O rei compartilhava estas paixões com a sua prima e grande amiga Sissi, ou Elisabeth da Baviera, que mais tarde se tornou a Imperatriz da Áustria e a Rainha da Hungria. Ludwig morreu sem ver o seu castelo pronto. E foi graças à “loucura” de Ludwig que o Castelo de Neuschwanstein na Alemanha é um dos mais visitados e está na lista de desejos de muita gente à volta do mundo !


Boas Viagens!


 

I’ve already visited a few cities in Germany – some, such as Berlin, even twice. In Cologne I had loads of fun due to the city’s lively nature. And there were also the cities I didn’t like very much. Today I will talk to you about the city I liked most. Munich (Bavaria) is a very elegant and charming city. I will also tell you about the Oktoberfest and the Neuschwanstein Castle.

Munich’s most well-known square is the Marienplatz, which is best known for its famous clock – the Rathaus-Glockenspiel, a piece built within a neo-Gothic building, where the Munich City Hall is located. The clock’s animated dolls make the delights of tourists that stop waiting for it to ring, which only happens at 11am, 12pm and 5pm. In addition to the animated dolls, the Münchner Kindl (the symbol on the city’s coat of arms) and the angel of peace are also part of the almost 12-minute show.

It’s possible to go up to the building’s tower – standing at 85 meters of height. You find an observation deck that offers a view of the city’s rooftops, and weather permitting, you can even see the Alps.

The Nymphenburg Palace, where King Ludwig II of Bavaria (also known as the “crazy” king of Bavaria)  was born, was built with the purpose of being a summer residence at the birth of the long awaited heir to the throne, Max Emanuel. Emanuel was born in 1662, and his parents were Ferdinand Maria and his wife, Henriette Adelaide of Savoy.

A magnificent location with well kept gardens, where in the summer we can ride in a gondola through the central canal.

In the palace gardens we can find other pavilions, I’ll highlight the Magdalenenklause. Built by Max Emanuel to imitate a ruin, it was a religious retreat (also known as a hermitage), as well as one of the first of its kind in Europe. Inside we can find a chapel that imitates a grotto. Everything’s very simple, which is in direct contrast with the sumptuosity of the palace. They say that it was a place of contemplation and prayer.

 

The Hall of the Marshals, built between 1841 and 1844, was modeled after the ‘Loggia dei Lanzi’ in Florence. It was commissioned by King Ludwig I to honor the Bavarian army and its victorious generals.

The bronze statues of Earl Tilly and Prince Wrede were carved by Ludwig von Schwanthaler and cast from molten cannons.

When the National Socialists took power in 1933, the Feldherrnhalle (‘Field Marshals’ Hall’ in English) became a center of worship for the movement. The importance of this hall is derived from the events that occurred on November 9th (1923). On this day a procession of rebels, among them Adolf Hitler, were stopped here by the Bavarian police, and during the confrontation there were casualties and injuries on both sides.

Since I couldn’t visit all the churches in Munich, I chose two different ones.

The small Asamkirche (or church of St. Johann Nepomuk in English) was between 1733 and 1746 in rococo style. For those who like this decorative genre it’s a beautiful example and very expressive.

I also chose to visit St. Michael’s Church (a Jesuit church), which happens to be the largest renaissance church in the northern Alps. It’s worth noting that the style of this building had a huge influence on the early Baroque architecture of southern Germany. A church very dear to the Bavarians, as it’s in its crypt that King Ludwig II is buried, among other personalities. The interior of the church demonstrates the counter-reformation influence: the vault, the choir arch and the side altar arches appear inspired by ancient catholic churches. Unfortunately, this was one of the churches that was badly damaged during World War II.

Olympiaturm (or the ‘Olympic Tower’ in English) lies within the Olympic park. It’s the tallest building in the city (standing exactly 291.28 meters above ground), and it has a stunning 360º panoramic view. One of the tower’s biggest attractions is the rotating restaurant, which takes 53 minutes to complete a full lap, as well as the Munich Rock Museum – that might not be not the largest, but is arguably the tallest in the world. The exhibition consists of tickets, photos, newspaper articles, but also clothing and instruments from artists such as Freddie Mercury, Pink Floyd or the Rolling Stones.

Close by you can also visit the BMW museum, which is a must do. There is no admission fee, apart from when you feel like doing a guided tour of the facilities not opened to the general public – which is what I decided to do. But visiting the building and the museum is already worth your trip.

In the Theresienwiese we can find the 18.52 meter Bavaria Statue. Designed by Ludwig Schwanthaler and built by Ferdinand von Miller, it was classified as a technological masterpiece at the time- as in inside its head we can find an observation platform. Located on a hill above the Theresienwiese, the Hall of Fame was built by King Ludwig I of Bavaria as a pantheon for the most celebrated Bavarians of politics, science and arts. Unfortunately, I didn’t visit it as it was closed for security reasons.


In this case the safety measures were being taken due to the Oktoberfest that takes place in Theresienwiese. This world famous beer festival has replicas happening all over the world every year. Imagine a popular fair with amusements, balloons, souvenirs, traditional games and giant tents. Each of these tents represents a brand of beer, where we drink, sing, eat typical food of the region, dance and toast. The Oktoberfest is an event that happens annually, where the locals dress up and where families come together and celebrate. This year the 185th Oktoberfest will take place from the 16th of September to the 3rd of October. If you would like to attend I would suggest you book a table in one of the tents, while it’s a bit more expensive, it does give you the certainty of having a table.

A little bit about the history of the Oktoberfest. In October 1810, Crown Prince Ludwig, who later became King Ludwig I, married Princess Therese of Saxony-Hildburghausen. The citizens of Munich were invited to attend the celebratory festivities held in the fields directly facing the city  gates. The fields were named Theresienwiese (‘Therese meadows’) in honor of the Crown Princess. In the presence of the Royal Family, horse races marked the end of the event – which was celebrated as a festival across  Bavaria. The decision to repeat  the horse races the following year gave rise to the Oktoberfest tradition. Since the Oktoberfest is still held in the Theresienwiese, the locals refer to it simply as ‘Wiesn’ – in honour of the location. Such that “welcome to Wiesn” means nothing more than ‘Welcome to the Oktoberfest’. (The date of the festival was changed to September because of the weather, as in October it is considerably colder.)


On the way to the most famous castle in Germany, I stopped to visit the the Pilgrimage Church of Wies – a very important stop for pilgrims’, as well as a UNESCO World Heritage Site. It was the church I enjoyed visiting most during my stay in Munich. Built under the direction of Dominikus Zimmermann between 1746 and 1754, the Pilgrimage Church of Wies is one of the purest creations of the Bavarian rococo. Perhaps because of the beautiful landscape where it’s located, or maybe because of the peace I felt while inside, this church enchanted me.

I continued my journey to what I consider the highlight of my travel in Bavaria. The Neuschwanstein Castle, or Schloss Neuschwanstein for the Germans, is place that inspires fairy tales. Built by King Ludwig II in a mountainous setting, surrounded by lakes, it is located roughly 130 km from Munich.

It’s amazing to think that only about 15 rooms were finished when the king passed away. And remember, the king only had the chance to spend 11 nights in the castle.

We can’t take pictures inside the castle, but I’ll try to describe what I saw. I’ll begin by saying that the castle rather than being designed by the court architects was designed by theatrical scenery designer Christian Jank – which explains a lot of what we see here. In a luxurious setting, the Singers’ Hall is lit by over 600 candles in golden chandeliers. Once a year, a classical Wagner music concert takes place in this hall, as King Ludwig II was a fan of Richard Wagner. The Throne Room, inspired by the Hagia Sophia in Istanbul (Turkey), is decorated by thousands of intricate small mosaics on the floor depicting wildlife and a mural of St. George killing a dragon decorates one of the walls. However, the most interesting thing about this throne room is that it has no throne. When the King died the Bavarian Parliament canceled the delivery and ordered that the works at the castle be discontinued. The King’s bedroom is host to a bed made with magnificent hand-carved wood designs and dazzling frescoes depicting Wagner’s operas.

The castle was very technologically advanced for the time. Central heating, toilets with flushes, and hot running water were made available for the king. There was even a telephone, but Ludwig could only call one place, another telephone that was in the neighboring village of Fussen.

Ludwig II used to say and I quote:

                         “I want to remain an eternal puzzle for myself and for others.”

And so he was, he died in 1886 at the age of 41 and until the end of his life, Ludwig the king with a passion for Wagner’s operas, poetry and love of nature. He shared these passions with his cousin and great friend Sissi, or Elisabeth of Bavaria, who later became the Empress of Austria and the Queen of Hungary. Ludwig II died without seeing his castle complete. And it was thanks to his “madness” that the Neuschwanstein Castle in Germany is one of the most visited and is on the wish list of many people around the world.

Good Travels!

 

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