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Tóquio. A maior metrópole do mundo! Japão|Tokyo. The largest metropolis in the world! Japan

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                                                                                                              English after the Portuguese

                                   

                                   Não é só uma grande cidade é também a maior

                                                    cidade do mundo. TÓQUIO!!!

Com uma área metropolitana de quase 40 Milhões de pessoas Tóquio está no topo das regiões metropolitanas mais populosas do mundo. 9 milhões vivem no centro de Tóquio. Uma metrópole onde a tradição e a modernidade ainda caminham de mãos dadas.

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E foi também em Tóquio a cidade mais populosa do mundo que eu fiquei durante alguns dias na minha visita ao Japão!.

Recordo que esta é a cidade com mais habitantes que eu conheço mas também a mais tranquila e silenciosa!

            Quem visita Tóquio ou qualquer outra cidade no mundo tem que saber

                alguns assuntos sobre a cidade que visita. Pois então eu pergunto.

                                       Qual o nome do rio que banha Tóquio?

                                                    Rio Sumida é a resposta!

E Tóquio está dividido por bairros, 23 bairros para ser mais precisa, e cada um desses bairros pode-nos oferecer algo diferente. Como é impossível conhecer todos os bairros numa só visita seleccionei os que mais interesse me despertaram.

                           Curiosamente num mesmo bairro, de uma rua para

                             outra tudo pode mudar à frente dos nossos olhos!      .                         

Asakusa – O bairro mais tradicional de Tóquio – e onde fiquei hospedada – com o templo mais antigo da cidade com a sua colorida Pagoda. Chama-se Templo Sensoji Kannon (Kaminarimon). Um templo Budista construído no ano 645 para homenagear Kannon, a Deusa da Misericórdia.

O templo é lindo, colorido e conhecido pela lanterna gigante que nos recebe quando passamos por baixo do portão exterior do templo o Kaminarimon cujo o significado é Portão do Trovão. Um símbolo de Asakusa e de toda a cidade de Tóquio.

O famoso corredor que nos leva ao templo onde encontramos 200 metros ladeados por lojinhas de souvenir e de produtos regionais que nos desperta os sentidos.

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Restaurantes familiares com comida japonesa de belíssima qualidade é o que encontramos nas ruas adjacentes ao templo.

Curiosamente à frente do templo, do outro lado da rua, temos um posto de turismo num edifício de arquitectura moderna que nos transporta para a actualidade. Onde no último andar encontramos um terraço que nos oferece vistas panorâmicas.

                    Sabem que no Posto de Turismo de Asakusa é gratuita a entrada para o

                                   terraço no último piso que nos oferece uma magnifica

                                                                      vista panorâmica!

O hotel onde fiquei é recente, fica a 3 minutos a andar para chegar ao templo e ao metro, e embora não seja um hotel tradicional oferece tradição aliado à modernidade. Desde a simpatia do staff até às casas de banho dos quartos. O pequeno almoço que pode ser tão ocidental como local. Simples, mas elegante onde o que brilha é mesmo a cidade tendo em conta que o Lobby é no último piso com janelas de cima a baixo, com uma vista panorâmica sobre a cidade e ainda mais um terraço onde ao fim da noite é muito agradável terminar o dia com uma bebida e ter a famosa Torre de Tóquio como cenário. (os quartos ficam nos pisos abaixo do Lobby)

Chama-se The Gate Hotel Asakusa Kaminarimon by HULIC

https://www.gate-hotel.jp/

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No Japão também podem escolher ficar em um Ryokan que são uma espécie de pousadas tradicionalmente Japonesas. Podemos encontrar os Ryokan por todo o Japão e com os mais variados preços.

                        Sabem que o Ryokan existe desde o Séc. VIII A.D e é  considerado       

                                                  o hotel mais antigo do mundo!
Shibuya – Já ouviram falar da famosa passadeira para peões fotografada e filmada tantas vezes por milhares de pessoas. Pois essa passadeira fica no bairro de Shibuya e é uma loucura. Tudo acontece tranquilamente e as pessoas são respeitosas e os carros obviamente também, não esteja eu a falar do Japão. Mas são tantas as pessoas a atravessar a passadeira que parecem forminguinhas.

Com muitas lojas, Shibuya também é conhecida por ser um centro de moda e cultura para os jovens. O que quer dizer que encontramos artigos muito engraçados em grandes espaços comerciais decoradas com grandes painéis gigantes de neon e ecrãs a passarem vídeos com publicidade!

Também é aqui que encontramos as vendedoras das grandes lojas à frente das portas a chamarem clientes de microfone na mão. Se a loja tem 3 entradas uma ao lado da outra, também temos 3 pessoas a vender 3 produtos diferentes e a chamar clientes de maneira diferente. Confuso, talvez. Interessante bastante.

                               Foi na estação de Shibuya que o cão com o nome de

         Hachiko esperou durante 10 anos pelo seu amado dono que tinha morrido.        

                                                 Não é lenda. Foi uma realidade!

Em Shibuya vamos até Harajuku e é a loucura total.

Harajuku que é o centro dos estilos e culturas mais extremas do Japão. Onde podemos encontrar os jovens vestidos nas ruas das mais variadas e caricatas maneiras. A rua mais conhecida é a Takeshita Dori  não passam carros (também não cabiam) porque são aos milhares a pessoas que nela passeiam.

Perpendicular à Takeshita encontramos a rua Omotesando Dori e parece que entramos em outro bairro. Omotesando é muitas vezes chamada por Champs Elysées de Tóquio por causa das suas famosas lojas que recebem o selo internacional.

Foi também na Omotesando que eu fui encontrar o famoso “Kawaii Monsters Café”!

E o que vos posso dizer. Podemos comer uma sobremesa num prato para cães, uma alforreca doce, ou um gelado num biberão, rir às gargalhadas com as monstrinhas mais a sua coreografia. Apreciar a loucura do espaço enquanto descobrimos a outra faceta de Tóquio onde há espaço para tudo e para todos os gostos quando é a loucura assistida que reina! 

http://kawaiimonster.jp/

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               Shibuya também é conhecida pelos seus inúmeros Hotéis do Amor

                     onde os jovens namorados vão “descansar” por umas horas!

Ginza – Um ambiente moderno, actual e de LUXO. Tudo o que são lojas de departamentos, boutiques, restaurantes, galerias de arte e night club`s encontramos em Ginza. O preço por metro quadrado em Ginza é o mais caro do Japão. Tudo aberto 7 dias por semana. O local também mais caro para se tomar uma refeição ou beber um café. A rua Chuo Dori é a mais conhecida. Ao fim do dia ao fim de semana a rua é fechada aos carros e transforma-se numa rua exclusiva para peões.

                                          Ginza significa em Japonês Hortelã de Prata!

Também em Ginza, mas numa outra zona podemos ter umas experiências gastronómicas diferentes. A minha aconteceu ao pequeno almoço a seguir à tentativa de ir visitar o mais famoso mercado de peixe do mundo. Fui a Tsukiji Fish Market e acabei por ir parar ao Tsukiji Jougai onde tomei o pequeno almoço à boa maneira dos japoneses.

8 da manhã e eu a comer Ikura em cima de arroz branco (ovas de salmão grandes que explodem na boca quando trincamos e com um sabor adocicado mais o salmão) e também a famosa omelete japonesa que é tradicionalmente doce. O calor já era insuportável mas nem isso foi um problema, num contentor fechado com uns plásticos e um ar condicionado no chão e parecia que estávamos numa arca frigorífica, aliás acho que também deve servir para esse efeito. Eles são desenrascados, pois eu também o sou.

(Lembre-se que no Japão tudo é impecavelmente limpo estejamos nós onde estivermos!)

E a partir o pequeno almoço até sair da zona foi só experiências gastronómicas incluindo as famosas vieiras cozinhadas com um maçarico à nossa frente e servidas com um molho delicioso em cima. Cortadas à tesoura e comida com palitos. Atum cortado à nossa frente e servido às lascas. Comida de rua (street food) de peixe e marisco ao mais alto nível de qualidade como pequeno almoço só mesmo no Japão! Tudo uma delícia!

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Chiyoda – O Bairro do Palácio Imperial e onde reside a actual família imperial – o nome do actual Imperador é Akihito e é o 125 Imperador de acordo com a tradicional linhagem de sucessão no Japão.

O palácio  foi construído no local onde existia um castelo da época Edo. Uma grande área cercada por muros maciços de pedra e um fosso atravessado pela ponte que leva o nome  de Nijubashi e que separa o palácio e os seus jardins da restante propriedade.

É magnífico encontrar o palácio num espaço verde rodeado por prédios actuais. O palácio foi todo destruído na segunda Guerra Mundial e reconstruído com o mesmo estilo.

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                       Sabem que Tóquio só é a capital do Japão desde 1868.

                                            Anteriormente era Quioto!

É neste mesmo bairro que também encontramos a estação de comboios de Tóquio, tal como o Tóquio Internacional Forum. E é uma obra de arquitectura e engenharia que merece uma visita.

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Ueno – conhecido pelo Ueno Park  também é o bairro de alguns dos melhores locais culturais de Tóquio, incluindo o Museu Nacional de Tóquio, o Museu Nacional de Arte Ocidental e o Museu Nacional da Natureza e da Ciência. O Jardim Zoológico de Tóquio também fica em Ueno. E o mercado Ameyoko, um mercado negro na altura da segunda guerra mundial onde agora encontramos todo um variado número de artigos que nos acompanham no dia à dia.

Ameyoko tem um significado doce. Precisamente porque significa Barraca de Doces pois eram tradicionalmente vendidos doces neste mercado e tendo o Japão uma rica tradição em doçaria eu compreendo perfeitamente.

Aliás os doces são tão perfeitos visualmente que até faz pena comê-los!!!

Shinjuku – A estação de metro Shinjuku  faz parte do livro de recordes do Guiness. Onde por dia passam 3.000 milhões de pessoas. ENORME! É esta a estação ferroviária mais movimentada do mundo!

 36  plataformas, incluindo uma arcada subterrânea, mais arcadas acima do solo e      vários corredores que não tem fim eu pelo menos demorei a encontrar o fim.                Mais de 200 saídas e ainda mais 17 plataformas (51 no total) que podem ser     alcançadas através de corredores para outras 5 estações diretamente conectadas                               sem virem à superfície. Aeroporto? Não,  Aerometro!!!!

Para além disso Shinjuku é a casa  de muitos dos edifícios mais altos de Tóquio, incluindo as torres gémeas dos escritórios do governo metropolitano, cujas plataformas de observação estão abertas ao público e também são de livre acesso sem custos.

Mas Shinjuku ainda é mais do que isso. Encontramos uma grande área de entretenimento e compras em torno da estação de Shinjuku com neons a perder de vista. Becos com restaurantes, bares e muito mais – a “zona vermelha” de Tóquio também é aqui!

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Estando em Tóquio havia a vontade de ir visitar um jardim tradicional japonês . E foi o que eu encontrei no Jardim que leva o nome de Koishikawa Kõrakuen. Um dos mais antigos de Tóquio que remonta ao período Edo. Começou a ser construído entre 1600 e 1867 fazendo na altura parte de uma residência.

                       O Período Edo (1603-1868) é conhecido por marcar o início

                                              do período moderno no Japão!

Conta a história que o jardim  foi chamado Kõrakuen depois de um poema em que encorajava um governante a aproveitar o prazer somente depois de alcançar a felicidade para seu povo. Este Jardim fica em Koishikawa.

Como a maioria dos jardins japoneses tradicionais, Koishikawa Kõrakuen tenta reproduzir paisagens famosas em miniatura, usando lagoas, pedras, árvores e colinas artificiais para reproduzir essas mesmas paisagens. Tem vários caminhos com diferentes cenários para se passear ao longo do jardim.

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Foi neste jardim que vi pela primeira uma Ponte Lua Cheia – E Lua Cheia porque quando reflecte na água lembra uma lua cheia perfeita!

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Foi também aqui que vi a primeira vez uma Guzei ou Ponte Vermelha presente em tantos jardins no Japão por causa do seu simbolismo. Muitas vezes essas pontes são descritas como o caminho para a salvação tendo em conta que representam a passagem do mundo físico para o reino do espírito, deixando o mundano profano e confuso enquanto somos purificados em um estado de pureza, sabedoria e natureza sagrada. A cor vermelha está presente não só nas pontes como nos Torii`s, porque representa o sagrado, bem como a sabedoria e a transformação.

Dizem os japoneses com toda a espiritualidade pela qual também são conhecidos, que estas pontes  oferecem uma dose dupla de crescimento positivo e mudança espiritual. Muito bonito e sereno!

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Como Tóquio foi só um dos locais que visitei no Japão deixo um link de uma outra publicação que eu escrevi só com dicas para quem visita o Japão.

Divirtam-se!!!

https://travelfeedback.site/2017/09/26/japao-japan-dicas-tips/

 


 

                                           Tokyo is not just a big city, it’s also the largest

                                                                     city of the world.

With a metropolitan area of 40 million people, Tokyo is the most populous region in the world. Nine million people live in the center of the city, a metropolis where tradition and modernity go hand in hand.

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And it was also in Tokyo where I stayed for a few days during my trip to Japan. Even though this is the city with more inhabitants that I have ever visited, it can also be very quiet and silent.

Whoever visits Tokyo or any other city in the world has to have some background                                                         information about the city.

                    For example, what is the name of the river that runs through Tokyo?

                                                     Sumida River is the answer.                                  

Tokyo is divided by neighbourhoods, 23 to be precise, and each of these neighbourhoods has something different to offer. As it is impossible to visit all of them in one trip, I selected the ones that interested me the most.

                     Interestingly, even in the same neighbourhood, from one street to    

                                another, everything can change in front of your eyes.

Asakusa – This is most traditional neighbourhood in Tokyo, and where I stayed, with the oldest temple in the city and its colorful Pagoda. It’s called Sensoji Kannon Temple (Kaminarimon), a Buddhist temple built in 645 to honour Kannon, the Goddess of Mercy.

The temple is beautiful, colourful and known for its giant lantern that welcomes visitors when they walk under the outer gate, called Kaminarimon, which means Thunder Gate. The famous 200-meter-long corridor that takes visitors to the temple is full of souvenir shops and regional products. The temple is a symbol of Asakusa and of the whole city of Tokyo.

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On streets leading to the temple, visitors can also find family restaurants with high quality Japanese food.

 

Interestingly, there is a tourist office in front of the temple. It’s modern and it suddenly transports travellers to the present time. On the top floor, you will find a terrace with panoramic views.

                              Did you know that it’s free to go up to the rooftop

                                              terrace at Asakusa’s Tourist Center?

The hotel where I stayed, which is a five minute walk from the temple and subway, is recent but offers guests a fantastic experience, from the friendly staff members to the bathrooms. Breakfast can be western or local and the hotel is simple but elegant. Its main feature is the lobby on the top floor, which has windows from top to bottom providing a panoramic view of the city. It also has a terrace where it’s very pleasant to wrap up the day with a drink, overlooking the famous Tokyo Tower. The rooms are on the floors below the lobby.

It’s called The Gate Hotel Asakusa Kaminarimon by HULIC

https://www.gate-hotel.jp/

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In Japan you can also stay in a Ryokan, which are traditional Japanese inns. You can find Ryokans all over Japan at varied prices.

                    Did you know that the Ryokan existed since the 8th century AD and is   

                                    considered the oldest hotel in the world?

Shibuya – You have probably already heard about the famous pedestrian walkway which has been photographed by thousands of people.The treadmill is situated in the Shibuya neighbourhood, where everything happens quietly and people, as well as car drivers, are very respectful. But that’s not surprising. We are talking about Japan after all.

With many stores, Shibuya is also known for being a fashion and culture hotspot for young people, which means that funny things can be found in large commercial spaces decorated with massive neon panels and screens with advertising videos.

It is also here that we find the big stores, where shop assistants stand in front of the doors calling customers with a microphone. If the store has three entrances, it also has three people selling three different products. It’s a little confusing but very interesting at the same time.

                    Did you know that it was at Shibuya Station that a dog called

                   Hachiko waited 10 years for his beloved owner who had died?

From Shibuya we go to Harajuku – and it’s madness!

Harajuku is the hot spot of the most extreme styles and cultures of Japan, a place where you can find young people dressed in unique ways. The most well-known street is Takeshita Dori, where cars are not allowed (and also could not fit) because the thousands of walkers.

Perpendicular to Takeshita, you will find the Omotesando Dori and it will seem like you entered a different neighbourhood. Omotesando is often called the Champs Elysees of Tokyo because of its internationally recognised shops.

It was also in Omotesando that I found the famous Monsters Café.

And what can I tell you? There you can have a dessert on a dog’s plate, a sweet jellyfish or ice cream service in a baby’s bottle. You can laugh with the monsters while watching a dance choreography and enjoy the craziness of the space while discovering the other face of Tokyo.

http://kawaiimonster.jp/

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                                 Shibuya is also known for its numerous Love Hotels

                                            where young couples “rest” for a few hours!

Ginza – This neighbourhood, one of the most expensive in Japan, is where you can find department stores, boutiques, restaurants, art galleries and nightclubs in a modern and trendy environment – all open seven days a week. This is also the most expensive place to eat or drink a coffee. Chuo Dori, the most famous street, is closed to vehicles during the weekend and it becomes a pedestrian-only street.

                                                    Ginza in Japanese means Silver Mint!

Also in Ginza, there is an area where you can have different gastronomic experiences. My experience happened around breakfast time after trying to visit the most famous fish market in the world, Tsukiji Fish Market. During the visit, I ended up in Tsukiji Jougai where I had breakfast with the locals.

It was 8am and I ate Ikura on top of white rice and a traditional sweet Japanese omelet. The heat was already unbearable but it was not a problem because we had breakfast in a container with air conditioner. It seemed like we were in a refrigerator.

After breakfast, we had more gastronomic experiences, including the famous scallops cooked with a torch and served with a delicious sauce on top. We also saw tuna fish being  cut in front of us. The area was full of delicious fish and seafood to the highest standard.

Everything was delicious.

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Chiyoda – The Imperial Palace where the imperial family lives. The current Emperor’s name is Akihito and he is the 125th Emperor, according to the traditional lineage of succession in Japan.

The palace, which was built on the site of a castle of the Edo period, is located in a large area surrounded by massive stone walls. There is also a bridge, named Nijubashi, that separates the palace and its gardens from the rest of the property. It is incredible to find the palace in a green area surrounded by modern buildings. The entire palace was destroyed in World War II and rebuilt in the same style.

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                   Did you know that Tokyo has been the capital of Japan since 1868?

                                                     Previously it was Kyoto.

It is also in Chiyoda that you can find the main train station of Tokyo and the Tokyo International Forum, which is a piece of architecture that deserves a visit.

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Ueno – Known by Ueno Park, the neighbourhood also has some of the best cultural sites in Tokyo, including the Tokyo National Museum, the National Museum of Western Art and the National Museum of Nature and Science. Tokyo Zoo is also in Ueno. In addition, you can find the Ameyoko market, a black market that dates back to World War II.

The word Ameyoko has a “sweet” meaning. It means Tent Sweets. Sweets were traditionally sold in this market and, since Japan has a rich tradition in sweets, I fully understand why. In fact, the sweets look so perfect that it’s hard to eat them.

Shinjuku. Shinjuku Station is part of the Guinness Book of Records because more than 3,000 million people use it every day. It’s the busiest train station in the world.

36 platforms, including an underground arcade, more arcades above ground and several aisles that have no end – well, at least it took me a long time to find the end. More than 200 exits and an additional 17 platforms (51 in total) that can be reached through corridors to other 5 stations directly connected. Airport? No, Aerometro!

In addition, Shinjuku is home to many of Tokyo’s tallest buildings, including the twin towers of the metropolitan government offices, whose observation platforms are also open to the public for free.

But Shinjuku is much more than that. Around the station, we found areas of entertainment and shopping. Alleys with restaurants, bars the red district of Tokyo is here too.

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While in Tokyo, we wanted to visit a traditional Japanese garden. We found Koishikawa Kõrakuen, one of the oldest in Tokyo dating back to the Edo period. It was built between 1600 and 1867, and it was part of the emperor’s residence at the time.

The garden is called Kõrakuen after a poem that said the ruler could only enjoy the pleasures of life after achieving happiness for his people. This garden is in Koishikawa.

                                The Edo Period (1603-1868) is known to be the beginning

                                             of the modern period in Japan.

Like most traditional Japanese gardens, Koishikawa Kõrakuen aims to replicate famous landscapes, using ponds, rocks, trees and artificial hills. It has several paths with different scenarios to walk along the garden.

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It was in this garden where I first saw a Full Moon Bridge. It’s called Full Moon because when it reflects on the water it looks like a perfect full moon.

It was also here that I first saw a Guzei, also know as Red Bridge, which can been seen in many gardens in Japan, particularly because of its symbolism. Often these bridges are described as the way to “salvation”, the passage from the physical world to the realm of the spirit. The red colour is present not only in the bridges but also in the Torii`s and lanterns because it represents the sacred, as well as the wisdom and the transformation.

The Japanese believe these bridges offer a double dose of positive growth and spiritual change.It’s very beautiful and serene.

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Tokyo was only one of the places I visited in Japan, here is a link to another article I wrote with tips for those who wish to visit the country in the future. Enjoy!!!

https://travelfeedback.site/2017/09/26/japao-japan-dicas-tips/

 

    

 

 

 

 

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