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A bela Ilha de S. Miguel nos Açores!|The beautiful Island of S. Miguel in the Azores!

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(Cratera das Furnas |Furnas Crater)

                                                                                   The same in English after the Portuguese

                              Arrependo-me muito de não ter visitado antes os Açores.

                                                       Já vão perceber o porquê!

A Ilha de São Miguel nos Açores esteve na minha “Lista de Desejos” para ser visitado durante bastante tempo. Culpa minha que ia passando outras viagens à frente.

Embora tenha um clima húmido a temperatura é amena o ano todo.

Só que uma das minhas vontades quando da minha visita era que para além de conhecer a Ilha ter também a possibilidade de fazer uns passeios no alto mar. E eu sabia que a melhor altura para isso acontecer era por volta de Abril, Maio e Junho e apontei para essa data. Fiquei 5 noites em S. Miguel.

          O Arquipélago dos Açores no Oceano Atlântico é composto por 9 Ilhas

   vulcânicas e com alguns vulcões activos no qual incluo os vulcões submarinos!

Mas eu queria ainda um bocadinho mais. Queria entrar na água para estar perto de uns amigos especiais. E eu já sabia que mesmo em Maio a água do mar ia estar fria só que não tanto como nos meses mais frios do ano. Também é uma altura propícia para se conhecer uma fauna marinha não residente, a migratória, que tem esta parte do Oceano Atlântico como rota para alcançar outras paragens.

          Embora o mar dos Açores seja muito rico em fauna marítima residente.

                   Todos os meses do ano é bom para visitarmos o Arquipélago!

E a Ilha de São Miguel embora seja a maior de toda as ilhas não deixa de ser uma ilha pequena, acolhedora, com verde a perder de vista, e vacas, o que significa queijo e manteiga deliciosa – e para mim a melhor manteiga do mundo é mesmo a Açoriana!

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Alugar um carro no aeroporto é aconselhável e essa reserva pode ser feita antes de irem. Quando chegarem tem um carro à vossa espera. E para nos orientarmos na Ilha a sinalização existe, não nos perdemos (muito) chegamos bem a qualquer lado.

Em todo o caso os carros alugados também tem disponível um sistema de GPS.

Se não puderem ou não quiserem alugar um carro para estar por vossa conta. Não tem problema algum, também tem disponível serviços de aluguer de viatura com motorista privado ou semi-privado que vos leva onde quiserem ou então passeios combinados em autocarros turísticos.

Escolham uma base que pode variar entre Ponta Delgada, as Furnas ou até Ribeira Grande, e mesmo em algumas povoações mais pequenas encontramos sempre um local para ficar. Eu escolhi a cidade de Ponta Delgada como base porque tive em conta que ia andar por toda a ilha.

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Segundo me foi passado pelos residentes a Ilha está cada vez melhor. O que eu constatei foi que não esquecendo as suas tradições e orgulhando-se delas oferecem-nos todo um ambiente que nos deixa satisfeitos e bem-vindos, no qual incluo a comida.

Vê-se inclusive algumas renovações a acontecer e a vontade de tornarem alguns espaços mais actuais.

E eu escolhi precisamente o Azor Hotel que dá para a parte nova da marina de Ponta Delgada e a 10 minutos a pé do centro da cidade.

E realmente o hotel é muito bom. Central, quartos espaçosos que proporcionam vistas panorâmicas para a marina e para o mar. De qualquer ponto onde estejamos no hotel é o mar que temos à nossa frente.  Acolhedor, embora não seja pequeno. Onde é a decoração e o cuidado com que foram escolhidas as peças que compõem o hotel que faz toda a diferença.

Oferece um serviço de restauração 5 estrelas e quero com isso dizer que está à altura do hotel que também é 5 Estrelas. Inclusive no bar do terraço, que também serve snacks, dando apoio à piscina situado no último piso do hotel! Digamos que é um hotel que também cativa pelos pormenores aliado a um staff impecável.

http://www.azorhotel.com/home

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A restauração em Ponta Delgada é óptima, como em todo o lado em Portugal! Mas foi em Ponta Delgada que comi pela primeira vez Cracas (molusco) e isso é que já não há em todo o lado em Portugal. Quando as comemos parece que estamos a comer o mar. Mesmo em Ponta Delgada nem sempre as encontramos.

Se possível vão comer à Casa Marisca um pequeno restaurante local e frequentado por locais. Eles não têm só as Cracas como todos os outros pratos com a chancela dos Açores. (reservar mesa é aconselhável)

Sabem que as Cracas são as primas dos Perceves! E que em São  Miguel ficaram chocados quando eu disse que não conhecia o Molho à Vilão (também não vos vou dizer como é porque assim conto-vos tudo)!

Não sou Açoriana mas sou uma portuguesa que vive no Continente. Talvez por isso me tenha sentido em casa. E como eu, muitos mais Portugueses sentem-se em casa. Que a verdade seja dita. Há muitos portugueses do continente a passar férias no seu país que também é os Açores e eu gostei muito de ver isso!

Podem dividir os dias de passeio pela Ilha por partes.

Eu comecei pela linda Lagoa das 7 cidades. E conhecia pelos 3 lados, pelo lado do Miradouro da Grota do Inferno e à nossa frente temos a Caldeira das 7 Cidades com a Lagoa Azul, Rasa, Lagoa de Santiago e Lagoa Verde..

Notem que para chegarmos ao Miradouro da Grota do Inferno temos que ir pela Mata do Canário. Está sinalizado mas há quem deixe o carro na entrada da mata, passe os portões e faça o percurso a pé. Mas podem levar o carro até ao local onde se começa a subir para o Miradouro. Eu fiz a pé todo o caminho da mata que nos leva até ao começo da subida para o Miradouro. A subida não é fácil para quem tem dificuldades em locomoção, mas qualquer esforço vai ser bastante apreciado quando se depararem com a visão à vossa frente.

                   Eu tento captar esses momentos com a Máquina Fotográfica mas

          acho que “ela” não me entende. Todas as fotografias que já viram até hoje e   

         acharam bonitas, esqueçam, foram enganados, porque ao vivo é muito mais

                                                             BONITO!!!

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Quanto ao tempo é tudo uma questão de sorte. Pode estar limpo, com nuvens ou neblinas e até chuva e numa questão de minutos o cenário muda, mas a beleza é a mesma embora por vezes não conseguimos mesmo ver as lagoas porque as nuvens estão mesmo muito baixas.

Desci até à Vila das 7 Cidades para tomar um café e subi novamente até a outro Miradouro que nos permite ver novamente as Lagoas e que leva o nome de Vista do Rei e a vista que nos proporciona também é bonita! Na mesma estrada e a usufruir da mesma vista deparamos-nos com um hotel deixado ao abandono. O antigo Hotel Monte Palace que me deixou uma pergunta – Mas porque raio é que ninguém pega neste hotel e o reergue? Vocês não imaginam a vista maravilhosa que o mesmo oferece.

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É possível fazer também o trilho em terra batida que liga o Miradouro Vista do Rei e termina nas 7 Cidades é feito a oeste da cumeeira da Caldeira das 7 Cidades.

Podemos ver o mar de um lado e as lagoas do outro. É um lindo passeio e a pé demora cerca de 2 horas!

Seguindo viagem fui até a ao mar! Tinha interesse em  ir almoçar/lanchar a Mosteiros (lanchar tendo em conta a hora que lá iria chegar).

Mas antes de chegar a Mosteiros, uma pequena vila junto ao mar fui até à Ponta da Ferraria.

Um local de termas de águas minerais ao mesmo nível do mar.

Descendo por uma estrada sinuosa lá vemos o pequeno edifício das termas – aberto também ao público com custos – que se perde na imensidão da rocha vulcânica com um mar cor azul petróleo que nos deixa expectantes cada vez que esperamos que uma onda bata nas rochas! E como em muitas povoações sobranceiras ao mar em São Miguel também aqui, podemos encontrar uma piscina oceânica. E no edifício das termas, piscinas termais ao ar livre.

             O contraste entre a cor do mar e a cor da rocha vulcânica só mesmo aqui

                           é que tive a oportunidade de ver e é muito bonito!!!

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Há um caminho assinalado pelo meio das rochas que nos deixa em segurança e onde é possível passearmos mesmo quando o mar que tem tanto de belo como de perigoso olha para nós com um ar ameaçador.

Fui a Mosteiros com a vontade de comer pela primeira vez as lapas (molusco) feitas à maneira Açoriana – na chapa – ainda nos chegam à mesa a borbulhar! E o restaurante onde fui prima por isso e pelo polvo à moda da casa. DELICIOSO!!

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O Restaurante chama-se o Américo. Eu saí da mesa à cinco da tarde e ainda estavam pessoas à espera de serem sentadas. (aconselho a fazer uma reserva)

Depois do almoço um passeio pela pequena vila com direito a descanso na praia de Mosteiros. Areia negra e quente e um mar bravo à nossa frente.

 

Já vos disse que toda a ilha é um cenário perfeito, e temos a tendência a parar o carro quando nos apercebemos disso. E isso é perigoso. Mas o que é fantástico é que para os carros não estacionarem de qualquer maneira ao longo das estradas existem vários locais assinalados para esse propósito. Eu chamo-os de locais “Tira foto JÁ!”

               Sabem que São Miguel é a maior Ilha dos Açores e que mede em                            cumprimento  64,7 km e em largura entre 8-15 Km e tudo com estradas boas!    

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E precisamente a meio da Ilha encontramos a Lagoa do Fogo e não só o percurso para lá chegamos nos oferece paisagens panorâmicas únicas, como a Lagoa do Fogo é maravilhosa!

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O Vale da Furnas ou devo chamar Cratera da Furnas, tendo em conta que é em cima de uma cratera com 7 km de diâmetro que eu passei um dia tranquilamente a explorar. E para quem não sabe devem incluir no programa o prato gastronómico típico desta zona – O Cozido à Portuguesa das Furnas. E ainda que o cheiro do enxofre na zona seja intenso e nada agradável, e tendo em conta que o “cozido” é cozinhado directamente na água das caldeiras, deixou-me receosa quanto ao sabor. Curiosamente não só não cheira a enxofre como sabe muito bem. E não só comi o Cozido como também me foi dado a provar o Inhame de água de quente das Furnas!

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Eu comi no restaurante “Caldeiras e Vulcões” é muito perto de onde acontecem as erupções nas caldeiras. O que eu aconselho é a reservarem mesa antes de irem ver as caldeiras porque o restaurante enche. Quando fizerem a reserva, aproveitem e perguntam a que horas vão buscar o cozido às caldeiras para poderem assistir!

Tive a sorte de apanhar uma procissão local e foi muito bonito!

          Vocês sabem que a Caldeira das Furnas tem mais de 34.000 mil anos com

              uma profundidade de 604 metros. O diâmetro da caldeira é de  6,8 km.                                      E a última erupção aconteceu em 1630.

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As Furnas possuíam centenas e centenas de pequenas nascentes e cursos de água com diferentes propriedades e eu vou falar de duas que visitei.

A Poça da D.Beija. É um local onde aproveitaram a riqueza das águas termais e fazerem um espaço com várias poças onde se pode tomar banhos termais ao ar livre. (com custos 4). Não é um espaço muito grande mas está muito bem aproveitado. Estas “Poças” também são conhecidas pela Poça da Juventude por causa da sua água férrea e cristalina! E sabem porque se destacou o nome Poça da D. Beija para este cenário natura? Precisamente porque quando a estavam a arranjar, na televisão passava a telenovela brasileira A Dona Beija!

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E na mesma zona encontramos também o Parque Terra Nostra (com custos 8) que nos conta uma história de 200 anos. É muito conhecido e frequentado por causa do seu Tanque Gigante de Águas Minerais “debruado” com cantaria e que nos proporciona banhos numa água com uma cor pouco comum por ser tão rica em minerais a uma temperatura que vai dos 35 aos 40 graus celsius o que nos proporciona uma sensação de repouso e relaxamento.

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Este Parque para além do tanque gigante também tem um género de jacuzzi`s disponíveis de águas termais.

Este parque é também um local riquíssimo e por isso conhecido por causa da sua botânica e pelos seus caminhos e recantos que nos encantam! Onde não só podemos encontrar flora endémica dos Açores como a flora de outros locais no mundo.

Uma tarde muito bem passada!

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Como eu vos disse no princípio não era só a Ilha que me interessava conhecer como queria ir ao mar e conhecer no seu ambiente natural os animais que por lá se passeiam.

Uma das minhas vontades era ir observar os cetáceos no mar alto. Depois de uma escolha pensada dada a oferta na área, decidi-me pela companhia do Capitão José Costa mais o seu barco que leva o nome de MobyDick. E porquê que eu escolhi o MobyDick Tours?

Porque me foi dito que algum animal eu havia de ver, mesmo que demorasse mais tempo que o previsto. E que se eu não avistasse nada que devolvem o dinheiro, só que eu queria lá saber do dinheiro se o que me agradou mesmo ouvir foi  – O demore o tempo que demorar algo havemos de avistar. E tendo em conta que nós andamos no mar ao sabor dos animais, e o mar é grande, eu sabia que podia ter sorte ou não a ter.

Pois eu tive sorte, ou antes, tive mesmo foi a SORTE GRANDE porque para além de todos os cetáceos que vi no seu ambiente natural, Baleias Comum, Golfinhos, Tartarugas e até as Caravelas Portuguesas, vi algo que me fez esquecer tudo o resto e que há quem esteja a vida inteira à espera e nunca vê.

Foi precisamente uma BALEIA AZUL! Caçada por baleeiros ao redor do mundo durante quase um Séc. que quase foram levadas à beira da extinção.

                   Não sei quem ficou mais emocionado com este encontro.

                                                      Se eu ou o Capitão!

http://www.mobydick-tours.com/home-pt

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Sabem como acompanha o Capitão os animais na sua rota? Quando um era avistado pelos vigias do barco ou pelos vigias que estão em terra o Capitão era avisado e sabia precisamente qual a velocidade que eles cruzam os mares (em alguns casos 6 km à hora) e durante quanto tempo aguentam debaixo de água sem vir à tona. (entre 10 a 15 minutos) E simplesmente punha o barco a navegar ao sabor dos animais. Como vêm, dá direito a horas de muita paciência. Ainda bem tenho muita e toda a equipa do Mobydick também.

A minha segunda experiência no mar alto em outro dos dias também era desejável (e muito) e não podia deixar de acontecer.

Que tal de manhã cedo como o sol que nasce, vestir um fato de mergulho bem agarrado ao corpo por causa do frio da água, entrar num barco semi rígido e ser levada por quem conhece os mares e os golfinhos para o mar alto!?

E para quê? Para poder nadar com os golfinhos no seu habitat natural!

http://www.futurismo.pt/en

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Todo o tempo é passado ao sabor dos golfinhos e por onde eles andam é onde eu sou cuidadosamente deixada com máscara para vê-los a passar à minha volta. Tudo acontece rapidamente e andamos numa roda viva a entrar e a sair do barco com alguns truques pelo meio ensinados pelo capitão e pela bióloga que nos acompanham para podermos usufruir ainda mais desta maravilhosa experiência! E os golfinhos, pois, são uns grandes brincalhões que gostam de brincar à apanhada. Quando estamos no barco eles acompanham-nos com toda a sua boa disposição.

Tendo tempo também podem ir até à Vila da Ribeira Grande conhecida pelas suas praias, como a de Sta Bárbara e que eu não pude usufruir pois o tempo não o permitiu. Mas tive a oportunidade de ver a Igreja Matriz e é linda.

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Vila Franca do Campo com o ilhéu de Vila Franca do Campo à frente. Uma ilhota vulcânica a 500 metros da vila. Na época balnear fazem programas engraçados tendo o ilhéu como cenário. Comer a famosa Queijada da Vila Franca do Campo com a chancela de “O Morgado” é um conselho doce que eu vos dou.

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Eu fui directamente à fábrica que é central e só comi uma, pronto OK, comi duas e trouxe mais uma caixa para o hotel. Mas o meu intuito era só comer uma 😉

Povoação, freguesia de Ribeira Quente, um local de grande tradição piscatória que merece uma visita. Como quase todas nos Açores também esta é virada para o mar. Eu tive a oportunidade de conversar com uns pescadores que tinham chegado do mar e enquanto estavam a amanhar o peixe e a desembaraçar as redes com as mãos doridas de uma vida enquanto conversavam comigo.

Piscinas Oceânicas no verão e todo o ano com um restaurante soberbo que dá pelo nome de Ponta do Garajau. Peixe e Marisco feito de maneira tradicional!!

Também foi aqui que pela primeira vez vi um pastor de patos no pequeno porto de abrigo 😉


Nem parece que já fui aos Açores. É que já fui, só que os Açores voltaram a entrar          para a minha Lista de Desejos como um local a visitar outra vez e em BREVE!!!


        I’m so sorry I didn’t visit the Azores earlier, and you’ll understand why!

The Island of São Miguel had been on my “Wish List” for a long time. Which is my own fault, as I was placing other trips ahead. 

One of my wishes at the time of my visit was that, in addition to seeing the Island, I would also venture on the high seas. And I knew the best time for that to happen was around April, May, and June, so I aimed to travel around that date. I ended up going in May. I stayed in this island for 5 nights.

                              Although the Azores is so rich in resident fauna

                                              that you can visit it at any time!

The weather is humid but the temperature is mild all year round.

But I wanted a little more… I wanted to get in the water to get close to some special friends. I already knew that even in May the sea would be cold, only not as cold as during other months. It is also a propitious time to get to know a non-resident marine fauna, the migratory species that has this part of the Atlantic Ocean as a route to reach other locations.

           The Archipelago of the Azores  (located in the middle of the Atlantic Ocean)

                  is composed of 9 volcanic islands, with some active volcanoes  

                                             including submarine volcanoes.

The island of São Miguel, even though it’s the largest in the whole archipelago, it’s still a small, cozy green island, with many cows – which means a lot of delicious cheese and butter (personally I believe the best butter in the world is Azorean).

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Car hire at the airport is advisable and this reservation can be made before arriving. When you arrive there is a car waiting for you. And to situate ourselves, good signage exists all around the island. We didn’t get lost (much), and we arrive safely everywhere. In any case the rented cars also have a GPS system available.

If you can’t (or don’t want to) rent a car on your own, it doesn’t to be a problem – there are also available car services with private (or semi-private) drivers that take you wherever you want. As well as tours in tourist buses.

Choose a base location, this can vary between Ponta Delgada, Furnas or Ribeira Grande, even in smaller locations you can always find a place to stay. I chose the city of Ponta Delgada as a base, I took into account that I was going to travel to all over the island.

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I’m told the Island is getting better and better. What I found amazing is how they aren’t forgetting their traditions, and are still able to offer us an environment that leaves us satisfied and welcomed (I include food in this statement).

You can even see some renovations happening, this emphasises their desire to build some more modern spaces. I chose precisely the new Azor Hotel, which overlooks the new part of the marina of Ponta Delgada and is only a 10 minute walk from the city center.

The hotel is very nice and central. It offers panoramic views of the marina and ocean. A cozy space, even though it’s not a small hotel. The decor and furniture pieces at the hotel make all the difference. They offer a 5 star restaurant service, making it just as good as the hotel itself. I even ate well at the rooftop bar that supports the pool, they serve snacks and have a standard bar service at night.

http://www.azorhotel.com/home

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The restaurants  in Ponta Delgada are great, as everywhere else in Portugal. But it was here that I first ate ‘cracas’ (mollusk), which we can’t find in continental Portugal.  When we eat them it feels as if we are eating the sea. SO GOOD. It is important to notice that even in Ponta Delgada it is hard find them. If possible I’d suggest you eat them at ‘Casa Marisca’, a small local restaurant frequented by residents. They don’t only have the ‘Cracas’, they also have other traditional dishes as all the other dishes.

                  Do you know that ‘Cracas’ are ‘Goose barnacles’ cousins? 

In São Miguel they were shocked when I said that I didn’t know what the Villain Sauce was – and I won’t tell you either, otherwise the surprise is ruined.

I am not Azorean, but I am a Portuguese woman who lives in the Continent. Maybe that’s why I felt at home. And like me, many more Portuguese people feel at home in the Azores. There are many Portuguese from the continent that spend holidays in their country there.

I started by visiting the beautiful ‘Lagoon of the 7 cities’ (or ‘Lagoa das 7 Cidades’ in Portuguese). I saw this beautiful place from the ‘Mirador da Grota do Inferno’, from which we can also see the ‘Caldeira of the 7 Cities’, the ‘Lagoa Azul’, “Lagoa Rasa”, ‘Lagoa de Santiago’, as well as the ‘Lagoa Verde”’.

Note that to enter the ‘Mirador da Grota do Inferno’ we have to pass through the ‘Canário Forest’ (‘Mata do Canário’ in Portuguese). It is signposted, but there are those who leave the car at the beginning of the forest, pass the gates and walk the remaining of the route. But you can drive your car all the way there. I personally chose to walk. The climb isn’t easy for those who have locomotion difficulties, but the effort will be worth it at the end when you see the beautiful sights in front of you.

I tried to capture these moments but I think the camera doesn’t understand me. All  the pictures you have seen and found beautiful? Forget them, you have been cheated because seeing it live is much more beautiful!

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As far as the weather is concerned, it’s all a matter of luck. It can be sunny, with some clouds or fog, and in a matter of minutes the scenery might change. However, the beauty is the same, although sometimes we can’t see the lagoons because the fog is too low. My advice would be not to hurry there, wait for the right time.

I travelled to the ‘Village of the 7 Cities’ to have coffee, and I went up again to the other viewpoint that allows us to see the Lagoons again, this one is named ‘Vista do Rei’ and the sights are beautiful as well. Along the same road we found an abandoned Hotel. The old hotel is called ‘Monte Palace – San Miguel’, and it left me wondering how has no one taken this place and renovated it.

You can also walk from ‘Vista do Rei’ to the 7 Cities. The walk down this viewpoint is particularly beautiful because we can see the sea on one side and the lagoons on the other. It’s a beautiful walk, that lasts roughly two hours.

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My next stop was the the sea side. I was interested in having lunch at ‘Mosteiros Village’.

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However, before reaching ‘Mosteiros’, I wanted to stop in a small village close to the sea, ‘Ponta da Ferraria’. A place with mineral water springs at the same level as the sea. Down the winding road we see the little spa – opened to the public at a cost – that gets lost in the immensity of the volcanic rocks and the blue oil sea (that we expect to hit the rocks every time there’s a wave). And as in many villages overlooking the sea in São Miguel we can find an sea water pool.

The contrast between the color of the sea and the color of the volcanic rocks can                   only be seen here, I had the opportunity to see and it is very beautiful!

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There is a path marked through the rocks that keeps us safe and tells it’s possible to walk.I went to ‘Mosteiros’ with the desire to eat traditional Azorean ‘Lapas’ (‘mollusk’ in English) for the first time – they are cooked on a grill and arrive at the table bubbling. The restaurant  I went to is also known for its octopus. DELICIOUS!

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The restaurant is called ‘Américo’. I left the table at five in the afternoon and there were still people waiting to be seated (I advise you to make a reservation!).

After lunch, a stroll through the small village is mandatory, with the right to rest at the beach of ‘Mosteiros’ – black and hot sand and a brave sea ahead of us.

I’ve already told you that the whole island is in a perfect setting, and we tended to stop the car when we realized it. However, this can be dangerous. But what’s fantastic is that for cars not to park anyway along the roads there are several locations marked for that own purpose.

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          Do you know that São Miguel is the largest Island in the Azores, it measures                                                    64,7 km in compliance and 8-15 Km in width!

Precisely in the middle of the Island we find the ‘Lagoa do Fogo’, the route there offers us unique panoramic landscapes of the lagoon.

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The ‘Furnas Valley’, or as I like to call it the ‘Furnas Crater’ – considering it sits on top of a crater with a 7 km diameter – was so beautiful that I spent a quiet day exploring it. And for those who don’t know this, you must include time in your program to try a typical dish called ‘O Cozido das Furnas’. Curiously the food doesn’t smell like sulfur and it tastes great.

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I ate at the restaurant “Caldeiras e Vulcões” it is very close to where the boiler eruptions happen. I would advise you to reserve a table before going to see the boilers, because the restaurant fills up. You can also ask at what time they go to the boilers to cook the dish, it’s an amazing process to watch.

I was also lucky enough to catch a local procession and it was very beautiful.

Do you know that the ‘Caldeira das Furnas’ is more than 34,000 thousand years old? It has a depth of 604 meters and the diameter of the boiler is around 6.8 km. Its last eruption was in 1630.

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The Furnas has hundreds and hundreds of small springs and streams with different properties. I’ll talk about the two I visited.

The ‘Poça da D. Beija’ is a place where they take advantage of the richness of the thermal waters and made a space with several puddles where we can take thermal baths on the open air – entrance costs 4. It’s not a very big space but it is very interesting. These “puddles” are also known as the ‘Pools of Youth’, because of their crystal clear water. By the way, do you know why the name ‘Poça da D.Beija’ was chosen? Precisely because when they were setting up the space there was a Brazilian soap opera playing on Portuguese TV called ‘A Dona Beija’.

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In the same area I spent a few hours at the famous ‘Terra Nostra Park’ (entrance costs 8), that has 200 years of history. This space is well known and frequented because of its giant tank of mineral water. The tank is surrounded by stonework that allows us to experince baths and swims in a water with an unusual color, due to its mineral richness in minerals. The water temperature varies between 35 and 40 degrees celsius, which gives us a feeling of rest and relaxation.

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This park, in addition to the giant tank, also offers thermal waters jacuzzis. The park is a very rich and well-known place because of its botany, paths and nooks – that I loved. Here we can not only find endemic Azorean flora, as well as the flora of other places in the world.

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As I told you in the beginning, I wasn’t interested solely in the Island, I also wanted to go to the sea to get to know a some very special animal  in their natural environment.

One of my wishes was to go and watch cetaceans on the high seas. After a thoughtful search of the right service, I decided to go with the company of a Captain José Costa. Additionally, his boat is named ‘MobyDick’ – which was definitely a plus. But overall why did I choose the MobyDick Tours? Because I was given the guarantee that I would certainly see some animals, even if it took longer than expected. And if I didn’t see anything, they would give me back my money. But to be honest it wasn’t the money back guarantee that convinced, what I really enjoyed listening was that ‘sometimes it takes while but we can wait’.

Well… I was very lucky, because in addition to all the cetaceans I saw in their natural habitat (including common whales, dolphins, turtles and several Portuguese caravels), I saw something that made me forget everything else around me, something that some wait a lifetime to see. It was precisely a BLUE WHALE. Tracked down by whalers around the world, even if it is to be in its presence for just a second. These majestic creation have almost been brought to the brink of extinction.

                 I don’t know who was more excited about this, me or the Captain!

http://www.mobydick-tours.com/home-pt

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Do you know how the captain accompanies the animals through their routes? When one was spotted by the ship’s watchmen (or by the shore watchmen), the captain was warned and knew precisely how fast they can swim (in some cases up to 6 km per hour), and how long they stand underwater without coming up for air (between 10 and 15 minutes), then he would simply place the boat where the animals would be. It was a few hours of much patience, but luckily I’m really patient.

My second experience at high sea, a couple of the days later, was also desirable and could not fail to happen.

How about, early in the morning as the sun rises, with a wetsuit tightly attached to your body so as not to freeze, you get into a semi rigid boat and get taken to high sea to w.here the dolphins are? And for what? To swim with the dolphins in their natural habitat.

http://www.futurismo.pt/en

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The duration of the experience is spent as the dolphins want and wherever they swim to is where I am carefully left with a mask to watch them pass around me. Everything happens really quickly and we swim in a living circle to get in and out of the boat with some tricks taught by the captain and the biologist who accompanies us, so that we can enjoy even this wonderful experience with ease. The dolphins are jokers and love to play catch, and when we are on the boat they accompany us (always cheerfully).

If you have time you can also go to ‘Ribeira Grande’, a village known for its beaches. Such as the ‘Beach of Sta Bárbara’, that unfortunately I couldn’t enjoy because time didn’t allow it. But I had the opportunity to see the ‘Mother Church’ and it is beautiful.

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‘Vila Franca do Campo’, with the ‘Islet of Vila Franca do Campo’ in front of it, is beautiful. A volcanic Islet, at just 500 meters from the villa. In the bathing season they organise fun programs, with the islander as scenery. If you don’t go there to see the village or the Islet, you’ll definitely will want to go there to eat the famous Queijada of ‘Vila Franca do Campo’. They are prepared by ‘O Morgado’, just a sweet advice that I’ll leave you with. I went directly to the factory which is very central and I managed to only eat one… Ok, I ate two and brought another box to the hotel with me. But I only intended to eat one, that’s what matters.

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‘Povoação’, a parish of ‘Ribeira Quente’, is a place with a great fishing tradition that is worth a visit. Like almost everything in the Azores this place also faces the sea. I had the opportunity to talk to some fishermen, who had arrived from the sea, while the fish was laid down and the nets were being untangled. While we talked I noticed their sore hands of a lifetime of work.

 

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Ocean pools have superb restaurants, specially ‘Ponta do Garajau’. This restaurant has fresh fish and seafood, prepared in a very traditional manner.

It was also here that, for the first time, I saw a ducks shepherd in the small port of shelter.

    The conclusion is that I’ve already been to the Azores, but these island have                            returned to my wish list as a place to visit again (and very soon!)

                                                       

                                                      

 

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