Uncategorized VIAGENS | TRAVELS

New Orleans e muito mais … |New Orleans and much more … Louisiana – USA

nola21

                                                                       (The same in English after the Portuguese)

 

New Orleans que canta em cada canto e nos convida a escutar. E é JAZZ o que se ouve. E assim começo a falar de New Orleans com música presente em cada canto da cidade!

Este slideshow necessita de JavaScript.

E New Orleans é docemente chamado de NOLA pelos locais

Há quem olhe para NOLA, uma das mais antigas cidades do EUA e rica em locais históricos e edifícios emblemáticos como sinónimo de festa. Só que New Orleans, que foi fundada por Jean-Baptiste Le Moyne de Bienville, representa mais do que isso.

nola22

O Quarteirão Francês (French Quarter) com a sua animada Rua Bourbon (Bourbon Street) que desde 1798 vive como o coração do bairro estende-se por 13 quarteirões e oferece-nos uma visão única do passado de New Orleans.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Mas NOLA não gira só à volta do bairro histórico do quarteirão francês. A festa acontece aqui, diariamente, local onde da noite se faz dia! Mas se olharmos para os seus maravilhosos edifícios com as suas belas varandas trabalhadas em ferro forjado e cobiçadas por tantos. Percebemos que há mais do que “festa” para oferecer a quem a visita.

Por exemplo; quando olharmos para um edifício, agora um restaurante com 200 anos cujo o aspecto é velho de propósito e ficamos a conhecer a história que “ele” nos conta. Foi neste espaço que Napoleão esteve exilado em 1821. Obrigatoriamente olhamos para a cidade com uma história para contar e que nós só temos que escutar.

Foi aqui que comi o meu primeiro Po-Boy uma clássica sandwich feita de rosbife, batatas e molho – conhecida com a sandwich dos pobres como a história da mesmo o conta!

Este slideshow necessita de JavaScript.

Em New Orleans podemos comer comida Cajun, Crioula e Francesa! E a Comida Cajun e Crioula tem a marca dos diferentes povos que chegaram e viverem em New Orleans e no Louisiana em geral  ao longo dos anos. É por isso que a comida nesta região é muito rica e diversificada e ideal para os amantes de comida. COMO EU!

Deixo aqui um exemplo que já tinha dado de um local para comer comida Crioula! O melhor “Gumbo” podemos comer aqui! 

https://travelfeedback.site/2017/09/30/a-deliciosa-comida-crioula-em-new-orleans-the-delicious-creole-food-in-new-orleans-louisiana-usa

O emblemático restaurante no Quarteirão Francês “Two Sisters” com o seu lindo pátio interior com o poço no meio! 

Não devemos deixar de comer a “Jambalaya” e alguns restaurantes servem como que a pedirem atenção. É uma espécie de arroz à valenciana mais parecido como a típica Paella! Que pode ser feita com inspiração Cajun ou Crioula. UMA DELICIA !!!

Encontramos uma arquitectura essencialmente colonial de inspiração francesa nos bairro histórico French Quarter e com casas coladas umas às outras. Em Garden District com as suas opulentas mansões em estilo italiano, “revival” grego e vitoriano, com os seus generosos jardins – daí provém o nome do bairro. Os primeiros proprietários foram os primeiros americanos que não se queriam misturar com os descendentes europeus que viviam especialmente no French Quarter. Eram ricos e o seu dinheiro era proveniente do algodão, açúcar, seguros…

Este slideshow necessita de JavaScript.

Podemos e devemos conhecer o bairro a pé, foi o que eu fiz. Só que desta vez o que escolhi fazer foi a pé mas acompanhada com um guia local. Sozinha nem com um mapa na mão conseguiria saber certas curiosidades e conhecer algumas das casas (por fora)!

Estas visitas a pé são muito interessantes e há algumas pessoas que oferecem este serviço. Não só em New Orleans como em muitas cidades no mundo. São os chamadas – Free Tours by Foot – passeios grátis acompanhadas por um guia local e experiente. E o “grátis” significa que pagamos no fim do passeio o valor que achamos justo. O que quer dizer que os guias esforçam-se imenso por agradar e realmente são muito sabedores do que nos estão a vender. Se não forem, não se vendem 😉

http://www.freetoursbyfoot.com/new-orleans-tours/

3 horas a deambular pelo bairro encantador e a ouvir histórias e curiosidades. E com os donos das próprias casas muito simpáticos e atenciosos para com os visitantes.

O passeio termina no prestigiado e requintado restaurante Commander`s Palace que desde 1880 encanta os locais e visitantes. Não só com o colorido edifício como a maneira como serve e recebe. Onde qualquer prato que escolham é uma boa escolha. Encontram um menu variado com comida crioula!

nola37

(reserva no mínimo com 1 mês de antecedência)

Mas os principais hotéis e restauração ficam no Quarteirão Francês!

Escolhi o Bourbon Hotel mais as suas encantadores varandas. E como o hotel tem duas frentes, uma para a Bourbon Street outra para a rua St. Ann. Eu, como gosto de dormir à noite fiquei com um quarto virado para a Rua St Ann e com vistas para a traseira da catedral de New Orleans – Catedral de St. Louis. As minhas filhas ficaram com o que dá para a Bourbon Street. Mas ambas com as varandas estilo “french quarter”.

Este slideshow necessita de JavaScript.

O Hotel é muito central num edifício de traça antiga – como tudo à volta – com piscina no meio dos edifícios e com todas as comodidades de um hotel recente. E ainda com uns pequenos almoços muito tradicionais, inclusive as famosas papas de aveia do sul dos Estados Unidos.

http://www.bourbonorleans.com/

Este slideshow necessita de JavaScript.

Atenção que os hotéis do Quarteirão Francês são muito procurados e os quartos que tem as famosas varandas são os primeiros a serem reservados – Acontecem muitas festas nas varandas.

Como NOLA  é local de festa, o consumo do álcool é levado a sério. Menores de 21 anos não podem entrar nos bares. Nem que não bebam. Inclusive no bar do próprio hotel se tiver menos de 21, não entra. E não se coíbem de pedir identificação! Mais exigentes do que qualquer outra cidade no EUA.nola18

Partindo de NOLA  podemos fazer algumas coisas giras e que nos levam ao passado.

Por exemplo ir jantar num impecável steamboat (barco a vapor com pás) enquanto o mesmo navega pelo Rio Mississipi. Assistimos ao pôr do sol e jantamos ao som de uma banda de Jazz. O steamaboat chama-se Natchez e parte do rio Mississipi muito perto da Catedral de St. Louis.

http://www.steamboatnatchez.com/

Este slideshow necessita de JavaScript.

Um serão muito bem passado!

Podemos ir fazer uma visita pelos pântanos pela região “Cajun” tendo como acompanhante um verdadeiro Cajun que vive no, e dos pântanos. NOLA é rodeada de pântanos, lagos e mar! Neste caso fomos para os pântanos que ficam a duas horas de distância do centro de New Orleans. Conhecemos as suas casas a flora e os animais que habitam os pântanos. Avistamos os jacarés (e não tive a coragem para comer jacaré) que vem até muito perto do barco e ficamos a conhecer o modo de vida Cajun!

Uma curiosidade interessante é que a piscina e o escritório deles são os pântanos. E se nós temos receio de jacarés eles vão para o rio nadar com jacarés a 200 metros de distância!

http://www.honeyislandswamp.com/

Este slideshow necessita de JavaScript.

Podem ir por vossa conta, com carro próprio. Ou então pedir o serviço para em hora marcada vos irem buscar e levar ao hotel. O que dá muito jeito para quem vem de fora. Foi o que eu fiz.

E por falar em visitas fora de New Orleans e a 1.30h de distância.

As Plantações. Uma visita a uma plantação não podia deixar de acontecer. No meu caso escolhi duas e visitei uma a seguir à outra. E as duas,  para mim, fazia todo o sentido conhecer no mesmo dia, tendo ainda em conta que são perto uma da outra.

A primeira plantação com a sua maravilhosa casa estilo colonial e que já foi o cenário de inúmeros filmes.

Falo da histórica plantação Oak Alley com a sua casa grande e o seu caminho delineado com centenários carvalhos de ambos os lados e que remontam ao início do Sec.18 e que ligam a casa ao rio Mississipi. Mostra-nos especialmente a maneira com os senhores da “Casa Grande” viviam. Desde os primórdios até aos dias de hoje. Também nos contam sobre os  escravos, como eles viviam e como eram tratados. Mas a história é essencialmente virada para os senhores da casa. E QUE LINDA É A CASA!

Este slideshow necessita de JavaScript.

Oak Alley está classificada como Marco Histórico Nacional do EUA e incluída no Registo Nacional de Lugares Históricos no EUA

Uma curiosidade: Sabem que a dona actual da casa Oak Alley é uma descendente de escravos!

Outra curiosidade. Nas plantações as cozinhas eram todas fora da casa principal por causa dos incêndios que eram comum acontecer nas cozinhas. Sendo a cozinha afastada da casa a possibilidade do fogo chegar à casa era muito menor!

A segunda Plantação que visitei marcou-me bastante e pelos piores motivos. Mas são motivos que não podemos ignorar nem sequer esquecer porque são reais e dizem respeito a todos nós.

Falo na Plantação que leva o nome de Whitney!  Esta plantação virada essencialmente e especialmente para os escravos e para a escravatura.

Uma plantação transformada em Museu. E o único Museu da Escravatura no EUA com a sua história contada pelos descendentes de escravos. Com o nome dos escravos, idades, testemunhos contados na primeira pessoa de como viviam e eram tratados.

Um trabalho de pesquisa que demorou 10 anos a fazer até aos dias de hoje. É uma plantação muito real, violenta até, onde nada está escondido dos nossos olhos. desde as casas, as camas, a prisão feita de ferro com 40 graus de calor e humidade à volta, onde nós, entramos, e sentimos o calor que os escravos sentiam. Até aos pântanos por onde os escravos tentavam fugir, ou o poste onde eram açoitados.

Sentamos-nos na linda igreja onde entoavam os cânticos que nós ouvimos nos filmes e temos como companhia as figuras de algumas crianças escravas com UM nome e em tamanho real que viveram e trabalharam na plantação! O filme 12 Anos Escravos por exemplo, teve cenas aqui filmadas devido à veracidade da plantação.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Foi um local que não me deixou indiferente. Mas foi bom ficar a conhecer algumas realidades que eu desconhecia!

Para visitar estas duas plantações partindo de NOLA é possível fazer sem ter carro próprio. No meu caso contratei um serviço completo para visitar as duas plantações. Foram nos buscar e levar ao hotel. Funciona muito bem e com o tempo suficiente para visitar ambas as plantações..

http://www.legendarytoursnola.com/

Depois de visitar as plantações e especialmente a última que me deixou um gosto amargo na boca. Fomos comer um pastel doce francês na famoso e emblemático “Café du Monde” onde só servem uma coisa – BEIGNETS!!! Cada dose corresponde a 3  beignets e são servidos ainda quentes. Não deixem de ir são deliciosos e servidos numa casa que já remonta a 1862. Estão abertos 7 dias por semana 24 horas ao dia.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Fiquei 5 noites em NOLA o que é suficiente para conhecer NOLA e fazer os passeios fora da cidade tranquilamente…


 

New Orleans invites us to listen to songs played in every corner. Which makes my post about the city start with the type of music found in every corner of the city.

Este slideshow necessita de JavaScript.

 

New Orleans is sweetly called NOLA by the locals.

There are those that look at NOLA, one of the oldest cities in the US, a city rich in historical sites and emblematic buildings, as synonymous of partying. But New Orleans, which was founded by Jean-Baptiste Le Moyne de Bienville represents much more than that.

nola22

The French Quarter, with its bustling Bourbon Street (which since 1798 lives as the heart of the neighborhood), spans 13 blocks and offers us a unique view of New Orleans past.

Este slideshow necessita de JavaScript.

 

But NOLA doesn’t revolve only around the historic the French Quarter. The party takes place here, daily, when the day becomes night – but if we look at its wonderful buildings with its beautiful balconies worked in wrought iron and coveted by so many, we realize that there is more than “party” offered to those who visit.

This realisation can happen in any way possible, for example when we look at a 200 year old restaurant, whose appearance is old on purpose, and we realize the history behind it. It was in this city that Napoleon was exiled to in 1821. Clearly, we are looking at a city with a story to tell and we just have to listen.

Este slideshow necessita de JavaScript.

(It was here that I ate my first Po-Boy a classic sandwich made of roast beef, potatoes and gravy – known as the sandwich of the poor, it has, as everything else in NOLA a story behind it)

In New Orleans we can eat Cajun, Creole and French food. Cajun and Creole food have been influenced by the different cultures that have come together in New Orleans )and Louisiana in general). That is why food in this region is so very rich and diverse, and ideal for food lovers as well (like myself!).

I’ll give you an example of a fantastic place to eat for Creole food!

https://travelfeedback.site/2017/09/30/a-deliciosa-comida-crioula-em-new-orleans-the-delicious-creole-food-in-new-orleans-louisiana-usa

I had dinner in the iconic French Quarter restaurant ‘Two sisters’, with its beautiful interior courtyard with a well in the middle. Here the food is mainly French.

We should eat the “Jambalaya” and some restaurants serve as “call attention” to the restaurant. It is a kind of Paelha. Which can be made with Cajun or Crioula inspiration. A DELIGHT !

We mostly found French-inspired colonial architecture in the French Quarter, with attached houses. In the Garden District, the Italian style, Greek and Victorian revival opulent mansions, had generous beautiful gardens – hence the name of the neighborhood. The first to built a house in this district were Americans, that didn’t want to mix with European descendants (that mainly lived in the French Quarter) – they were rich and their money came from cotton, sugar, insurance, etc.

Este slideshow necessita de JavaScript.

We can and should get to know the neighborhood by foot, that’s what I did. This time I chose to be accompanied by a local guide. Three hours wandering through the charming neighborhood, and listening to stories and curiosities.

These walking tours are really interesting, and there are some people that offer this service (not only in New Orleans, but all around the world). They are called free walking tours, and you’re guide is almost always an experienced local. The ‘free’ part of it means that at the end we only pay what we think is fair. This will translate in the guides trying extremely hard to please the customers, and to know has much as possible about the tour – if they don’t seem knowledgeable they don’t make any money.

http://www.freetoursbyfoot.com/new-orleans-tours/

The tour I took ended at the prestigious and exquisite Commander’s Palace restaurant,  that has enchanted locals and visitors since 1880. Not only with its colorful building, but also in the way it serves and receives customers – here every dish you choose is a good choice (reservations must be made at least 1 month in advance).

nola37

Most major hotels and restaurants are located in the French Quarter.

I chose the Bourbon Hotel, with its lovely balconies. The hotel has two fronts, one facing Bourbon Street, and another facing St. Ann’s Street. As I like to sleep at night, I choose a room facing St Ann Street and overlooking the rear of the New Orleans cathedral (the Cathedral of St. Louis). My daughters got a room facing Bourbon Street (they didn’t sleep much!) – although both rooms had the famous French Quarter balconies.

http://www.bourbonorleans.com/

Este slideshow necessita de JavaScript.

The Hotel is very central, an old building with a pool in the very centre, and with all the amenities a modern hotel has. The hotel served very traditional southern breakfasts, including the famous porridge.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Please note that French Quarter hotels are highly sought after, and that rooms with the famous balconies are the first to be fully booked.

(It is funny to see that many parties happen on the balconies!)

As NOLA is a party city, alcohol consumption is taken very seriously. If you are under the age of 21, you can’t even enter bars. Even at the hotel bar, if you are under 21, you don’t enter and they don’t hesitate in asking for ID. 

nola18

In NOLA (or around it), we can experience some incredible things that turn throw us back into the past.

For example, it is possible to dine on an impeccable steamboat, while sailing along the Mississippi River. We watched the sunset and dined to the sound of a Jazz band. The steamboat is called Natchez, and departs from the Mississippi River, from a port very close to St. Louis Cathedral.

http://www.steamboatnatchez.com/

Este slideshow necessita de JavaScript.

We can visit the swamps in the “Cajun” region, having as a guide a real Cajun that lives in the swamps. NOLA is surrounded by swamps, lakes and sea. We went to the swamps located two hours away from downtown New Orleans. We got know their houses, the flora and the animals that inhabit the swamps. We spotted alligators (I did not have the courage to eat them!), that got very close to the boat, and we got to know the Cajun way of life. An interesting curiosity is that their pools and offices are the swamps, and while we are afraid of alligators, they’ll go swimming in the river with alligators 200 meters away from them. You can drive to the swamps in your own car, or ask their service to come and pick you up at the hotel (that’s what I did) – which works great for outsiders.

http://www.honeyislandswamp.com/

Este slideshow necessita de JavaScript.

 

And speaking of experiences outside New Orleans. One hour and a half out of the city you can visit the Plantations. Visiting a plantation cannot fail to happen. In my case I chose two sites and visited one straight after another. These plantations are very close to each other, so it made sense visiting then on the same day.

The first plantation, has a marvelous colonial style house (that was once the scene of countless movies). I speak of the historic Oak Alley plantation with its large house, and its path outlined with centennial oak trees on both sides dating back to the beginning of the 18th century. Touring this plantation mainly showed us how the ‘big house’ lords lived. They also told us about the slaves, how they lived and how they were treated. But the story is essentially about the owners of the house, and the architectural history behind it.

Este slideshow necessita de JavaScript.

This plantation is classified as US National Historic Landmark, and is included in the National Register of Historic Places in the US.

(A curiosity: did you know that the owner of the current Oak Alley home is a descendant of slaves?)

In the plantations the kitchens were all outside the main house, because of the fires that were common in them. If the kitchen was further away from the house, the possibility of the fire reaching the house was much lower.

The second Plantation I visited scared me a lot (for the worst reasons). But they are reasons that we can’t ignore or forget, because they are real and should concern us all. The Whitney Plantation, revolved essentially and especially around the slaves and slavery. A plantation transformed into a Museum, the only Museum of Slavery in the US. Histories were provided by descendants of slaves – with the name of the slaves, ages and testimonies of how they lived and were treated given in the first person

A research project that took 10 years to date. It is a very real and violent experience where nothing is hidden from us – from the houses, to the beds, to the prisons made of iron that we can enter and feel the heat the slaves felt (with 40º of heat and humidity). The swamps the slaves used to try to flee, or the pole where they were flogged. We sat in a beautiful church, where they sang songs we can only here in the movies now, with figures of enslaved children (who lived and worked in the plantation). The film 12 Years Slaves for example, had scenes filmed here due to the veracity of the plantation. It was a place that did not leave me indifferent, but it was good to get to know some realities that I was not aware of.

Este slideshow necessita de JavaScript.

If you are in New Orleans you can visit these two plantations without your own car. I hired a full service that arranged the visits to the two plantations. They picked us from and drove us back to the hotel. It works very well, and we had more than enough time to visit both plantations calmly.

http://www.legendarytoursnola.com/

Visiting the plantations (and especially the last one) left a bitter taste in the mouth. And so, we went to eat a sweet French pastry in the famous and emblematic ‘Cafe du Monde’ – a  large and spacious place where they only serve one thing: BEIGNETS. Each serving corresponds to three beignets, and is served still hot. Delicious and served in a house that dates back to 1862. They are open seven days a week 24 hours a day.

Este slideshow necessita de JavaScript.

 

I stayed in NOLA for 5 nights, which I found enough to get to know the city and surrounding areas!

 

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s